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segunda-feira, 28 de março de 2011

Pesquisadores no AHRS

Daniel Nogueira
(lampiao@gmail.com)
Partidos políticos de esquerda.

Ilone Storck
(storck.voy@terra.com.br)
Genealogia.

Liane Margarida Rockenbach Tarouco
(liane@penta.ufrgs.br)
Genealogia.

Marla Barbosa Assumpção
(marlalua@yahoo.com.br)
Fronteira Brasil-Uruguai durante a ditadura civil-militar brasileira.

Max Roberto Pereira Ribeiro
(maxpribeiro@gmail.com)
Aldeamentos no século XIX, especificamente a Aldeia de Santa Maria, atual município de Santa Maria.

Patrícia Bosenbecker
(pbosenbecker@gmail.com)
Imigração alemã. Colônia São Lourenço, atual município de São Lourenço do Sul.

Vanessa Gomes de Campos
(van.ez@terra.com.br)
Paleografia.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Pesquisadores no AHRS

Ana Paula Azevedo Vargas
(a.paulazevedo@hotmail.com)
Estação de veraneio, Canoas.

Carlos Artur Gallo
(tuiogallo@gmail.com)
Memória da repressão política (1964-85).

Ernani Propp
(epropp@portoweb.com.br)
Colonização alemã.

Ione Maria Sanmartin Carlos
(isanmartins@ibest.com.br)
Cachoeira.

Luciane Lazzaris
(lucianelazzaris@gmail.com)
Pesquisa para o filme "Os senhores da guerra", de Tabajara Ruas.

Marcelo da Silva Borges
(marcelo.s.borges@hotmail.com)
Revolução Farroupilha.

Maria Lucia Mór Castagnino
(uchamor@hotmail.com)
Ponto do Botucaraí.

Maristela Rohenkohl
(stlhmrs@gmail.com)
Genealogia.

Nerci Nogueira
(nercinogueira@gmail.com)
História do município de Bagé.

Uriel Dutra
(uriel.dutra@hotmail.com)
Fundação do Banco da Província.

terça-feira, 22 de março de 2011

Programação do seminário "Memória, Verdade e Justiça: as marcas das Ditaduras do Cone Sul"

30 de março, no Memorial do Rio Grande do Sul

18h30 – Pocket show: Cale-se: as músicas censuradas pela ditadura militar, promovido pelo Teatro de Arena
19h – Mesa: “Ditaduras de Segurança Nacional: o Sequestro de Crianças” 
Convidados:
Camilo Casariego Celiberti
Edson Teles
Exibição de Documentário
Mediação: Ananda Simões Fernandes, Historiadora do Arquivo Histórico do RS

31 de março, na Assembleia Legislativa (Plenarinho)

18h30 – Apresentação musical: Raul Ellwanger, músico e compositor
19h – Mesa: “Memórias da Resistência no Rio Grande do Sul”
Convidados:
Raul Pont
Sereno Chaise
Antenor Ferrari
Mediação: Cesar Augusto Guazzelli, professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da UFRGS, e Jeferson Fernandes, deputado, presidente da Escola do Legislativo

1º de abril, na UFRGS (Salão de Atos II)

18h – Intervenção teatral: Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz
19h – Mesa: “Memória, Verdade e Justiça: Os Direitos Humanos e os Deveres do Estado”
Convidados:
Maria do Rosário
Suzana Lisbôa
Estela de Carlotto
Luis Puig
Mediação: Enrique Serra Padrós, professor do IFCH/UFRGS

Os painelistas

Antenor Ferrari – Advogado, deputado estadual pelo MDB, presidiu a Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, a primeira do Brasil, criada em 1980. Também foi presidente da Casa em 1983.

Camilo Casariego Celiberti – Filho de Lilián Celiberti, sequestrada em 1978 em Porto Alegre num operativo Condor que congregou o aparato repressivo uruguaio e brasileiro, conhecido como “o sequestro dos uruguaios”. Depois da denúncia do jornalista Luiz Cláudio Cunha e do fotógrafo J.B. Scalco, a operação foi desmanchada. Camilo (sete anos) e sua irmã Francesca (três anos) também foram sequestrados e levados para o Departamento de Ordem Política e Social do Rio Grande do Sul (Dops/RS). Camilo teve um papel decisivo ao confirmar o local do seu cativeiro em Porto Alegre: reconheceu o Arroio Dilúvio, que ele via do segundo andar do prédio da Secretaria de Segurança Pública, onde funcionava o Dops.

Edson Telles – Professor de Ética e Direitos Humanos do curso de Pós-graduação da Universidade Bandeirante de São Paulo. Filho e sobrinho de presos políticos, aos quatro anos de idade foi sequestrado e levado para as dependências do Doi-Codi de São Paulo, juntamente com sua irmã, Janaína (cinco anos), e sua tia, Criméia de Almeida, grávida de oito meses. As crianças ficaram presas durante dez dias no centro de repressão, assistindo às sessões de tortura as quais seus pais foram submetidos. Em 2008, a família Almeida Teles ganhou na Justiça a ação declaratória contra o chefe do Doi-Codi/SP, Carlos Alberto Brilhante Ustra.

Estela de Carlotto – Presidente da Asociación Abuelas de Plaza de Mayo. Sua filha foi sequestrada e enviada a um centro de detenção clandestino quando estava grávida de três meses. O corpo de sua filha lhe foi devolvido. Seu neto, no entanto, não lhe foi entregue. Até hoje, Estela segue em sua busca. A ditadura argentina sequestrou e expropriou a identidade de mais de 500 crianças. Até o presente momento, cerca de cem crianças tiveram suas identidades restituídas.

Luis Puig – Sindicalista, secretário de Direitos Humanos do Plenario Intersindical de Trabajadores – Convención Nacional de Trabajadores (PIT – CNT). Representante da CNT na Coordenação Nacional pela Anulação da Ley de Caducidad (lei de anistia similar à brasileira) e deputado do Partido por la Victoria del Pueblo (PVP), pela Frente Ampla.

Raul Pont – Deputado Estadual pelo PT. Historiador, foi líder estudantil e presidiu o DCE Livre da UFRGS, em 1968. Foi perseguido pela ditadura brasileira. Participou da fundação do jornal Em Tempo. Fundador do PT, atuou como deputado estadual constituinte, deputado federal e prefeito de Porto Alegre (1997-2000).

Sereno Chaise – Advogado e trabalhista histórico, foi cassado pelo Golpe Civil-Militar em 1964, quando era prefeito de Porto Alegre. Foi deputado estadual entre 1959 e 1963 pelo PTB. Foi um dos fundadores do PDT.

Suzana Keniger Lisbôa – Integrante da  Comissão de Familiares dos Mortos e Desaparecidos. Seu marido, Luiz Eurico Tejera Lisbôa, foi o primeiro desaparecido político da ditadura a ser reconhecido oficialmente pelo Estado como assassinado pelo sistema repressivo.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Seminário "Memória, Verdade e Justiça: as marcas das ditaduras do Cone Sul"


A Secretaria da Cultura, a Secretaria da Administração e dos Recursos Humanos, a Assembleia Legislativa e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul promovem o Seminário Memória, Verdade e Justiça: as marcas das Ditaduras do Cone Sul. Hoje existe um intenso debate sobre a garantia dos direitos à memória e à verdade, mas também à responsabilização penal dos perpetradores do terrorismo de Estado. Este seminário tem por objetivo discutir estas marcas do passado ditatorial no presente democrático, oportunizando um espaço em que seja possível compartilhar experiências, conhecimento e reflexões. A entrada é franca. Confira a programação em anexo.


segunda-feira, 14 de março de 2011

Pesquisadores no AHRS

Eis os pesquisadores que estiveram desenvolvendo seus trabalhos na última semana:

Fábio Caetano Tovo
(fabiotovo@ig.com.br)
Revolução Farroupilha.

Marcus Vinicius de Freitas Rosa
(marcuviniciu@gmail.com)
Relações entre cativos e imigrantes no período pós-abolição.

Maurício Machado Minuzzo
(mauriciominuzzo@hotmail.com)
História Indígena.

Miguel Antônio de Oliveira Duarte
(maoduarte@gmail.com)
Fotógrafos em Porto Alegre, no século XIX.

Doação de Anais do AHRS

O AHRS informa que está doando volumes dos Anais do AHRS. Os interessados devem procurar o Arquivo para retirar o material. Não há custo algum. Os exemplares disponíveis são:
  • Volume 5 ao Volume 18 - Transcrições da Coleção Varela;
  • Volume 19 - Política e Poder nos Primeiros Anos da República. A correspondência entre Julio de Castilhos e seu secretário, Aurélio Viríssimo de Bittencourt - Arquivo Particular Julio de Castilhos;
  • RS Índio.
Há, ainda, exemplares disponíveis da publicação RS Negro, porém, em quantidade reduzida. Por este motivo, o AHRS doará esta publicação unicamente para instituições. Os outros exemplares podem ser retirados por qualquer pessoa.

Novo Acervo no AHRS

      Na última quinta-feira, dia 10/03/2011, o AHRS conseguiu concretizar a doação de um novo acervo documental. Trata-se da história da combativa vida da sra. Hilda Emma Wasse Zimmermann. Ela foi uma das pioneiras na luta ambiental aqui no Rio Grande do Sul, contando com as parcerias de Magda Renner,  José Lutzenberger entre outros importantes ambientalistas.
      Frau Zimmermann também teve uma participação fundamental na luta pelas demarcações das terras indígenas, na criação de alguns Parques, na preservação das baleias e na ação transformadora dos menores de rua na busca por cidadania.
      Os documentos que compõem o acervo passarão por um processo de higienização e, posteriormente, começarão a ser seriados pelos técnicos do AHRS.
      A documentação doada pela ambientalista Hilda Zimmermann fará companhia ao acervo de Henrique Roessler, o gaúcho que iniciou a luta em defesa do nosso ecosistema.